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O emprego cresce a bom ritmo

30/06/2017 - Mundo

O número de pessoas empregadas aumentou, entre abril e junho deste ano, de 0,3% na zona euro e 0,2% no conjunto dos 28 países da UE. Estes números significam que o mercado de trabalho europeu se está a dar a volta, já que representam um aumento de 0,8% e 0,9%, respectivamente, em comparação com o segundo trimestre de 2014, quando ainda se destruíram postos de trabalho em muitos países europeus. Além disso, os números que lida com o Eurostat mostram que o ritmo de criação de empregos se acelerou em relação ao registrado no primeiro trimestre de 2015, quando os postos de trabalho aumentaram 0,2% na zona euro e 0,3% em toda a UE. O escritório de estatísticas comunitárias, estima que, no segundo trimestre de 2015, 228,8 milhões de homens e mulheres tinham um posto de trabalho em todos os 28 países da União. Deles, 151 milhões residiam em 19 de a zona do euro.
A lista dos países criadores de emprego está acaparada pelo sul do continente: a encabeça Portugal ( 1,3%), seguida de perto pela Grécia ( 1,2%), os dois que mais postos de trabalho criados no segundo trimestre deste exercício, em comparação com o trecho anterior do ano. A classificação contínua com a Irlanda e Portugal, ambos com avanços de 0,9%, Estónia ( 0,8%) e no Luxemburgo e na Eslováquia, ambos com altas de 0,7%. As contrações do mercado de trabalho mais assinaladas no segundo terço do ano, registraram-se na Finlândia (-0,3%), Reino Unido (-0,2%) e a Bulgária e Lituânia, os dois, com um recuo de -0,1%.
No conjunto da zona euro, o emprego subiu de novo oito décimos em comparação com um ano atrás, enquanto na União Europeia subiu 0,9%, contra 1% do primeiro trimestre. Por países, o maior aumento homólogo do emprego registou-se na Irlanda, com 3%, e o segundo em Portugal (2,9%).
Ao analisar o comportamento do emprego por sectores económicos, o Eurostat indica que os melhores valores foram dadas em atividades profissionais e serviços auxiliares, com 2,4% a mais de trabalhadores na zona euro no segundo trimestre de 2014, seguido dos grupos de actividades imobiliárias (2,1%) e artes, entretenimento e outros serviços de lazer (1,1%). O sector de actividades financeiras e de seguros registrou um comportamento plano, já que não teve nenhuma variação, enquanto que o sector primário e a indústria apresentaram apenas leves repuntes de 0,2% e 0,3%, respectivamente.