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Comprar casa ou esperar: essa é a questão

28/06/2017 - Mundo

Se o objetivo de os futuros compradores é uma moradia usada, o preço neste segmento do mercado interromperam sua queda em 2014, com uma queda de 5%, enquanto que as casas novas caíram 2,2%, cinco pontos a menos que o recorte experiente em 2013, que foi de 7,8%. Além disso, o acesso ao crédito é outro dos elementos primordiais na hora de comprar uma casa, já que 62% dos que compraram uma propriedade em 2014 o conseguiram através de uma hipoteca. Com este cenário, os futuros compradores de uma habitação são confrontados com a realidade de se decidir a dar o passo agora ou esperar um pouco mais, à espera de encontrar melhores preços e o crédito mais acessível.
Desde 2008, as casas em Portugal se marcarem uma queda em seu custo de 35%, chegando a cair a taxas de dois dígitos percentuais ao ano. No entanto, a tasadora TINSA constatou-se que a velocidade com que descem os preços da habitação abrandou, até retroceder apenas 3% de média em 2014, longe do 9,2% com que se fechou 2013. Os dados do relatório publicado por esta tasadora refletem o comportamento dos preços tem sido díspar, com notáveis diferenças entre as distintas regiões do país.
Em Frente a uma certa recuperação nas áreas mais consolidadas das grandes cidades e nas regiões costeiras em que foi detectado um aumento da demanda estrangeira, em locais de Portugal em que se viveu mais febre construtora e onde ficam promoções inteiras sem vender a recuperação dos preços vai ter de esperar. Se este item se acrescentar que a demanda interna não acabou de decolar, a possibilidade de que o valor dos apartamentos de voltar a subir se caracteriza, no mínimo, remota.
Face ao ano que acabou de começar, os relatórios de TINSA apostam na estabilidade de preços e esperam que o mercado imobiliário toque chão neste exercício. Os dados desta tasadora indicam que a estabilização do preço das casas se iniciou no segundo semestre de 2013, já enraizada em 2014 e esperam que se consolide, com variações próximas a 0%, nos próximos meses. Sim, os especialistas dizem que, evidentemente, a evolução da nossa economia e do emprego, serão fundamentais para o rumo que tome o sector da habitação.