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Chaves para o desenvolvimento de uma loja online

31/05/2017 - Mundo

O comércio eletrônico está em expansão. Trimestre a trimestre, de acordo com os dados de que dispõe a Comissão Nacional dos Mercados e da Concorrência (CNMC), está a aumentar o volume de negócios (3.432,1 milhões de euros em Portugal no último trimestre de 2013, com um crescimento homólogo de cerca de 30%).
Mais do que tendência, pode-se falar de realidade e possibilidade de aumento de vendas para muitas pequenas e médias empresas. A alternativa de venda ‘virtual’ deve ser estudada e preparada de forma adequada –um plano de negócio adicional – para melhor aproveitar as potencialidades que oferece este canal. Para isso, oferecemos algumas idéias.
Em primeiro lugar, é conveniente que a empresa conte com uma equipe que possui os adequados conhecimentos do ambiente digital, bem como das ferramentas que podem ser usadas para dar forma ao nosso comércio eletrônico. É importante conhecer também as ajudas que as diferentes administrações oferecem para o desenvolvimento de projetos de e-commerce, que podem constituir um apoio para o financiamento inicial e a pôr em marcha.
Embora faça parte da estratégia global de promoção, o comércio eletrônico deve ter seus planos específicos de difusão precisamente no ambiente digital, que é onde se vai desenvolver a atividade. O bom posicionamento da marca na hora das buscas do produto na Internet e a presença em redes sociais, junto aos investimentos em publicidade, são cruciais para o sucesso. Neste campo, não convém esquecer o crescente uso de dispositivos móveis, para adequar a comunicação ou publicidade a este tipo de suporte.
O processo de compra do produto em todas as suas fases (pedido, confirmação, envio, pagamento, serviço pós-venda) também deve ser estudado de forma adequada, sobre todo o aspecto da logística se optar por uma plataforma própria. Uma alternativa ou um complemento, pode ser recorrer a plataformas de mercado-mail já constituídas.
As formas de pagamento podem ir desde os tradicionais meios de comunicação, como transferências ou contrarreembolsos (que podem ter o inconveniente de um maior tempo de transporte) cartões (melhor seguras), passando por plataformas de pagamento.