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A revolução digital está em marcha

30/07/2017 - Mundo

Os dirigentes espanhóis garantem que a tecnologia é o fator perturbador principal que impulsionará a transformação de suas empresas nos próximos cinco anos. Assim afirma o 85% dos principais executivos espanhóis, e 77% de todo o mundo, na XIX Pesquisa Global de CEOs, elaborada pela consultoria PwC. Os máximos responsáveis das principais empresas espanholas acreditam que “a velocidade das mudanças tecnológicas é a principal ameaça -puramente de negócio, e sem levar em conta fatores econômicos, políticos e sociais – que enfrentam, de acordo com 74% dos CEOs espanhóis”.
Para 61% dos executivos espanhóis, as técnicas de recolha e análise de dados serão as tecnologias mais importantes no relacionamento com os clientes. Enquanto que os sistemas de gestão comercial também serão a chave de cara, nos próximos anos, seguidas pelas iniciativas relacionadas com a Inovação, o I D e a escuta e a fidelização de clientes, um aspecto em que cobra singular importância a comunicação em redes sociais como uma das ferramentas com maior potencial na hora de abordar a transformação digital das empresas. No entanto, a pesquisa realizada pela PwC, fica claro que o uso da tecnologia para a melhoria da produtividade dos funcionários, ainda tem muito curso, apenas 16% dos entrevistados prevê otimizar a produtividade de seus modelos através da automatização de processos.
A digitalização das empresas está se refletindo nos perfis profissionais que procuram. Segundo o estudo Analytics Trends 2016, elaborado pela consultora Deloitte, “a análise de dados tornou-se uma peça fundamental na estratégia das empresas, o que está contribuindo de forma significativa para a otimização e transformação de processos”. No entanto, as organizações enfrentam um novo desafio, encontrar especialistas em Big Data: “40% das empresas têm dificuldades para encontrar esses perfis, o que é possível que a lacuna entre a demanda e a oferta neste terreno possa vir a se tornar uma barreira para o crescimento dessas empresas, mas também é uma grande oportunidade para o emprego”, assinala o documento de trabalho da Deloitte.
Outro dos grandes desafios que têm de responder as empresas, de acordo com o relatório da Deloitte, é “a necessidade de integrar as pessoas dentro da Internet das coisas com o objetivo de gerar novos modelos de negócio e, até mesmo, influenciar o comportamento dos indivíduos. Neste âmbito, a inovação está ocorrendo tanto em indústrias voltadas ao consumidor, como as que prestam serviços a outras empresas, e terá grandes implicações nos setores em que se implemente”.

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